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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Russelia equisetiformis





Ordem: Lamiales 
Família: Plantaginaceae 
Género: Russelia
Espécie: R. equisetiformis
Sinónimo: Russelia juncea rosea
Nome Comum: Flor-de-Coral

Planta arbustiva, sempre verde, cujos ramos, longos e ramificados, podem crescer até ao metro de comprimento. Com o peso ficam pendentes sendo plantas apropriadas para terrenos inclinados ou encostas resultanto melhor em maciços de plantas. Num jardim, quintal ou pátio, devem cultivar-se em vasos ou floreiras altas ou em cestos suspensos.
Gostam de bastante sol e de boa terra fertilizada. Devem ser regadas com frequência e nunca deixar secar.
A sua floração é muito colorida e alegre. As pequenas flores tubulares (como pequenas trompetes) são muito abundantes e coloridas. A cor mais comum é o vermelho-coral mas podem ser encontradas em amarelo e branco.
São plantas muito resistentes, que gostam de calor mas que também resistem bem ao frio (até -5ºC). Em países mais tropicais a floração pode prolongar-se por todo o ano mas normalmente ficam cheias de flores na Primavera e assim se mantém até ao final de Verão.
Estas plantas são originárias do México e Guatemala e as suas flores atraiem as borboletas!





quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Santolina chamaecyparissus

foto retirada da Wikipédia

Ordem: Asterales
Família: Asteraceae
Género: Santolina
Espécie: Santolina chamaecyparissus
Nome Comum: Abrótano-fêmea

Planta arbustiva originária das zonas mediterrânicas e naturalizada em zonas de climas temperados na Europa e na América. A Santolina chamaecyparissus subsp. chamaecyparissus é uma sub-espécie introduzida no território português.
É uma planta que gosta de locais solarengos e com terrenos com boa drenagem. Suporta bem o calor mas não gosta de muita humidade, especialmente no Inverno.
É uma planta peréne, com folhas prateadas lembrando a Lavandula e que, nos meses de Junho e Julho, dá umas flores amarelas agrupadas como botões. Cresce até cerca de 50cm no entanto existe já uma variedade anã, Santolina chamaecyparissus nana, que só cresce cerca de 25cm.
É uma planta usada para cobertura de solos ou bordaduras aromáticas.
A nível medicinal as flores e folhas são usadas contra parasitas intestinais. 
Ramos de folhas desta planta pendurados e secos podem ser colocados junto à roupa para afastar insetos ou colocar em pot pourri aromáticos!



quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Saintpaulia



Ordem: Lamiales
Família: Gesneriaceae
Género: Saintpaulia
Nome Comum: Violeta Africana

Planta muito cultivada em todo o mundo como planta decorativa de interior. É originária da Tanzânia e foi descoberta em 1852 pelo barão Walter von Saint Paul Illaire, daí o nome Saintpaulia.
É uma planta de pequeno porte que pode atingir um máximo de 30cm de comprimento por 15cm de altura. O género Saintpaulia tem pouco mai de 20 espécies que variam pouco em tamanho.
As folhas são redondas ou ovais, verdes com nervuras e são cobertas por um pêlo muito fino dando-lhes um aspeto aveludado.
O cultivo desta planta é relativamente fácil. É feito em pequenos vasos com substrato universal que não se deve deixar secar completamente. As violetas africanas são sensíveis a alterações bruscas de temperatura. Devemos ter cuidado com o frio e com as regas de água muito fria pois estas são plantas tropicais. Gostam de boa luz filtrada, sem sol direto.
As violetas africanas são facilmente propagaveis por folha. Se destacarmos uma folha da planta e a enterrarmos até à sua base, passadas semanas teremos novas folhinhas a nascer e logo teremos uma planta igual à planta mãe.
Existe um numeroso leque de híbridos disponíveis no mercado em que as flores variam nas suas cores e também nas formas, singelas, onduladas, dobradas, entre outras. A espécie mais usada em hibridações é a Saintpaulia ionantha, apesar de hoje já estarem a ser utilizadas outras espécies para se obterem novos cruzamentos e variedades.





sábado, 31 de outubro de 2015

Tillandsias

Ordem: Poales
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Tillandsioideae
Género: Tillandsia

São várias centenas de espécies da família das Bromeliaceae .
São plantas originárias das Américas, desde o sul dos Estados Unidos até ao Brasil e Argentina. Crescem em árvores ou em rochas havendo poucas espécies que cresçam na terra. Alimentam-se absorvendo a húmidade do ar. São também conhecidas como plantas aéreas.
As temperaturas ideais para cultivar estas plantas variam entre os 10º e 32º C. Podem ser colocadas no exterior mas se as temperaturas descerem muito e se houverem geadas, deverão ser recolhidas para casa ou colocadas num local mais protegido e ameno. Essas plantas cultivam-se agarradas (diz-se “montadas”) em troncos e devem ser borrifadas 3 a 4 veses por semana. O excesso de fertilizante pode queima-las logo aconselhamos o uso de um fertilizabte líquido díluido em metade da dose e aplicado uma ou duas vezes por mês.
Normalmente dividem-se em dois grupos distintos, o grupo das Tillandsias verdes e das Tillandsias prateadas. As Tillandsias verdes crescem normalmente no solo ou nas árvores em locais sombrios em zonas de clima temperado e muito chuvoso. As Tillandsias prateadas (ou cinza) crescem em zonas mais áridas mas com elevada humidade atmosférica. Normalmente são encontradas nas partes mais altas das árvores e de rochedos, em zonas mais luminosas e até expostas ao sol.
Nas nossas casas podem ser cultivadas também montadas em troncos ou em placas de cortiça. São muito decorativas e apreciadas pelo facto de quase não terem raízes e poderem ser colocadas em vasos variados, taças, jarras de vidro, rochas e outros objectos fazendo bonitos arranjos.


Tillandsia argentea


Tillandsia bayleyii

Tillandsia ionantha

Tillandsia brachylocaulos

domingo, 12 de julho de 2015

Equináceas

Ordem: Asterales
Família: Asteraceae
Subfamília: Asteroideae
Género: Echinacea
Nome comum: Equinácea, Púrpura ou American Cone Flower (em inglês).



É uma planta originária das pradarias e áreas com pouca florestação da zona Central e a Este da América do Norte. 
É uma planta bastante vistosa, na natureza, geralmente púrpura, parecida com um malmequer mas com a zona central em forma de cone ou globo. Algumas espécies podem crescer até a 1,40m mas as variedades de jardim são geralmente mais pequenas.
Plantam-se as sementes no início da Primavera e a floração decorre durante o Verão.
As plantas são tolerantes à seca e podem ser cultivadas no jardim ou em vasos no exterior sem grandes dificuldades. Gosta de boa luz e sol.

Quando a América do norte foi colonizada, os índios das planícies usavam esta planta para fins medicinais. Ainda hoje as várias partes da Equinácea são utilizadas para tratamento de muitas doenças desde a comum constipação até a doenças mais complicadas. A ela são atribuídas propriedades de desintoxicação dos sistema respiratória e circulatório, tratamento de dores, feridas, queimaduras e úlceras crónicas.
O seu uso deve ser moderado e com alguma precaução.



sábado, 15 de novembro de 2014

Leonotis leonurus

Ordem: Lamiales
Família: Lamiaceae
Género: Leonotis
Espécie: L. leonurus
Nome comum: Cauda de Leão ou Wild Dagga (em inglês).

Arbusto que pode atingir os 2m de altura nativo dos países africanos mais a Sul. As folhas são compridas e aromáticas quando esmagadas. As flores são tubulares e cor de laranja aparecendo em grupos. Existe também uma variedade branca (alba) e outra amarela.
É uma planta cultivada como planta ornamental que também tem algumas aplicações medicinais.
No nosso país pode ser cultivada sem grandes problemas, mas nos locais mais frios deve-se cobrir ou colocar em lugar abrigado  para evitar ser danificada pelas geadas.






sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Schlumbergera



Ordem: Caryophyllales
Família: Cactaceae
Tribo: Rhipsalideae
Género: Schlumbergera
Espécie: S. truncata
Nome comum: Cato de Floresta, Cato de Natal ou Flor-de Maio (no Brasil).

São plantas que vivem em zonas de florestas tropicais e subtropicais do Sudeste do Brasil. Crescem de forma epífita (nas árvores) ou litófita (nas rochas). Apesar de serem suculentas e de não terem folhas, são constituídas por caules segmentados e carnudos, estão habituadas a um pouco mais de humidade que suculentas de zonas áridas e desérticas. Mantenha o substrato humido mas não excessivamente molhado para evitar o apodrecimento das plantas.
Em Portugal podem ser cultivadas no interior ou no exterior desde que resguardadas das geadas e da chuva excessiva.
O seu cultivo é fácil e são pouco exigentes. Um pequeno vaso com substrato universal  ou substrato de orquídeas é sufiente com um pouco de gravilha (pedrinhas) ou leca para facilitar a drenagem. Convém colocar um adubo para catos e suculentas uma vez por mês.
A luz deve ser média e com muito pouco sol direto.
Estas plantas podem ser divididas facilmente por estaca.
Em Portugal e restantes países do hemifério norte florescem no Inverno, vindo daí o nome de Cato de Natal.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Disocactus flagelliformis


Ordem: Caryophyllales
Género: Disocactus
Espécie: D. flagelliformis
Nome comum: Cato Rabo de Rato. Também chamado de Aporocactus.

Foi um dos primeiros Catos a serem cultivados na Europa, provavelmente por volta do ano 1690, e até hoje mantém a sua popularidade sendo ainda bastante cultivada em todo o mundo.
É originário do México onde cresce em florestas secas agarrado aos ramos das árvores ou agarrados a rochas. Pode ser cultivado no interior ou no exterior, suportando temperaturas até os 6ºC. Gosta de substratos ricos misturados com gravilha ou pedaços de tijolo partido.
Deve ser reenvasado a cada dois anos mas não precisa de vasos muito grandes. As regas devem ser moderadas até Outubro e depois muito fracas depois dessa data até Março.
São plantas de ramos pendentes, com picos finos e que, se ficarem descoloridos ou feios podem ser cortados na base. Essa poda encoraja o crescimento de novos ramos.
As flores são cor-de-rosa forte, com estames brancos e duram somente alguns dias.





sábado, 10 de maio de 2014

Hibiscus rosa-sinensis



Ordem: Malvales
Família: Malvaceae
Género: Hibiscus
Espécie: H. rosa-sinensis
Nome comum: Rosa da China

É a flor nacional da Malásia onde é utilizada como alimento, em saladas e em bebidas, como adornos para o cabelo, como abrilhantador de sapatos e também indicador de Ph da água.
É um arbusto, ou pequena árvore que pode atingir cerca de 5m de altura. Apesar do seu nome, não tem qualquer parentesco com as rosas.
Pode ser cultivada em vasos ou em jardins em locais onde as temperaturas mínimas não desçam muito abaixo dos 10ºC. Se isso acontecer, aconselha-se que se coloque num local abrigado ou que se coloque uma manta para a proteger da geada e do frio excessivo.
Gosta de bons terrenos adubados com frquência e locais com boa luz e sol direto. Não tem problemas em localizações costeiras nem locais de meia-sombra.
A sua reprodução é normalmente feita por estaca.
Exitem já no mercado uma enorme diversidade destas flores, com tamanhos e cores muito exuberantes.
Geralmente começa a florir em Maio e as florações vão durando até ao início do Outono.

sábado, 1 de março de 2014

Helleborus





Ordem: Ranunculales
Família: Ranunculaceae
Género: Helleborus
Híbridos: H. orientalis 'Pretty Ellen'
Nome comum: Hellebore

Planta originária do continente europeu, desde a Inglaterra e a península ibérica até à Roménia e Turquia, com maior concentração na península das Balcãs.
As cinco "pétalas" que observamos são realmente sépalas e duram vários meses na planta protegendo o interior da flor até ao desenvolvimento das sementes. Assim que estiverem prontas devem ser imediatamente semeadas para um melhor sucesso.
São plantas que gostam de sobra e que se dão bem plantadas debaixo de árvores. No final do Inverno cortam-se todas as folhas do ano anterior para que as novas folhas e flores cresçam melhor. A partir de Março ou quando as temperaturas começarem a subir devemos fertilizar as plantas com fertilizante granulado ou dissolvido na água.
Existem muitas espécies e híbridos de Helleborus, singelos, dobrados e de diversas cores. São plantas muito bonitas e as suas flores são das primeiras a aparecer para animar os jardins tristes e despidos no Inverno ou os lugares mais sombrios do jardim.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Camélia







Ordem: Ericales
Família: Theaceae
Género: Camellia
Híbridos: C. japonica
Nome comum: Camélias, Japoneiras

Árvores originárias da China, Taiwan, Coreia do Sul e Sul do Japão. Crescem em florestas a altitudes entre os 300 e 1100 metros. Atingem normalmente tamanhos entre os 1,5m e os 6 m mas podendo chegar aos 11metros.
São àrvores de folha perene e de folhagem densa. As folhas são verde-escuras, brilhantes e mais largas na base do que na extremidade. De lado são ligeiramente dentadas e terminam numa ponta fina.
As flores variam entre os 6 e 10 cm e crescem ao longo dos ramos, mais nas suas extremidades. Têm o pé muito curto e podem aparecer sozinhas ou aos pares.
As flores têm no mínimo seis pétalas (flores singelas) e muitas mais nas variedades dobradas. As Cores são muito variadas, desde o branco, com vários tons de rosa até ao vermelho. Alguns híbridos mais raros são hoje já encontrados, com as flores amarelas ou lilases (a chamada Camélia Azul). Uma grande variedade de flores matizadas está já hoje disponível para os amantes de Camélias.

Devem ser cultivadas em locais de meia sombra e com solos ácidos, férteis e bem irrigados. Podem ser cultivados no exterior, no chão ou em canteiros e em vasos, tanto no exterior como no interior. Normalmente, no nosso país florescem nos primeiros meses do ano.

O nome Camellia foi dado em honra do padre jesuíta e botânico George Kamel e o epíteto japonica foi-lhe atribuído em 1753, por Linaeus, porque quem primeiro descreveu a planta foi Engelbert Kaempfer, enquanto estava no Japão.

Em Portugal existem grande colecções de Camélias, tanto no continente como nas ilhas e no final do Inverno são várias as localidades que fazem exposições de Camélias.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Grevillea


Grevillea semperflorens


Ordem: Proteales
Família: Proteaceae
Sub-Família: Grevilleoideae
Género: Grevillea
Hibridos: Primula x polyantha
Nome comum: 'Limpa-garrafas'

Plantas pertencentes a um género com cerca de 360 espécies e oriundo de florestas de chuva e áreas abertas na Austrália, Nova Guiné, Nova Caledónia, Indonésia e Sulawesi. Dentro do género podemos encontrar tanto plantas que atingem os 50 cm de altura como árvores de 35 m. Mas normalmente à venda encontram-se as espécies mais pequenas e cultivares de porte pequeno.
As flores não têm pétalas e têm umas formas muito bonitas e encaracoladas. As cores são quentes entre os amarelos, rosas e vermelhos.

Muitas Grevillea são usadas como plantas de jardim em locais de climas temperados e sub-tropicais. Muitas ficam floridas por longos períodos de tempo.
Gosta de terrenos com boa drenagem. Devem ser evitados terrenos argilosos pois acumulam água que provoca o apodrecimento das raízes. Podem ser plantados em vasos mas o ideal será no chão ou canteiro.

Devem ser plantadas de modo a receberem luz directa do sol ou em sombra parcial.

Estas plantas podem ser propagadas por pequenas estacas.




Grevillea semperflorens



Grevillea

sábado, 11 de janeiro de 2014

Primulas



Ordem: Ericales
Família: Primulaceae
Género: Primula
Hibridos: Primula x polyantha
Nome comum: 'Primaveras'

É uma das plantas que dá cor aos jardins no Inverno. Estes híbridos são resultantes do cruzamento da Primula vulgaris com a Primula veris, originando as Primula Polyantha. São muito coloridas, desde ao branco, vermelho, amarelo, azul e rosa e diversas matizes diferentes. 

Os híbridos que se encontram facilmente nos centros de jardinagem são as mais fáceis de manter e ideais para principiantes. Existem híbridos diferentes e espécies que podem ser mais difíceis e exigentes.

As Primulas gostam de ter um substrato rico e orgânico, com húmus. Gostam de ser plantadas à sombra de àrvores ou arbustos, num solo com boa drenagem. Se plantarmos em vasos, devemos colocar um prato debaixo de cada vaso para assegurar que a planta não seca.

As espécies têm a sua origem principalmente nos Himalaias mas há também Primulas, na Indonésia, Nova Guiné e a sul da América do Sul.







domingo, 22 de dezembro de 2013

Ludisia discolor



Ordem: Asparagales
Família: Orchidaceae
Género: Ludisia
Espécie: Ludisia discolor
Nome comum: 'Orquídea-jóia'.

Esta é uma orquídea diferente das orquídeas ornamentais que estamos habituados a ver à venda.
São originárias da Malásia, Burma e Indonésia e são plantas terrestres que crescem no solo das florestas húmidas. São tanto cultivadas pelas flores, como pelas suas folhas aveludadas verdes ou castanhas riscadas de dourado ou vermelho. As flores são brancas com as colunas amarelas. São muito pequeninas, mas crescem em 'espigas', fazendo um bonito efeito de contraste com a folhagem.
O seu cultivo é fácil. Devem ser cultivadas com as Violetas Africanas (Saintpaulia sp.) ou alguns Fetos. Gosto de humidades elevadas, nunca devemos deixar o substrato secar, temperaturas amenas e não necessita de muita luz.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Billbergia x windii





Ordem: Poales
Família: Bromeliaceae
Género: Billbergia
Híbrido resultante de: Billbergia nutans x Billbergia decora
Nome comum: 'Lágrimas de Anjo'.

Billbergia x windii é um dos híbridos mais antigos de bromélias. Foi criado em 1882 e pela sua resistência e beleza, continua a ser produzida até aos dias de hoje. 
São plantas originárias do México e da América central e do sul que crescem em zonas de mata e floresta até a altitudes dos 1700m.
A planta é formada por folhas arqueadas e com picos moles formando uma roseta muito perfeita. As flores pendentes são cor-de-rosa e muito peculiares na sua forma. 
São muito fáceis de manter pois são muito resistentes, mesmo em locais frios, sobrevive mesmo em locais de geada e com temperaturas até aos -5ºC.
São plantas epífitas, logo, ideais para cultivar em muros verticais ou cestos pendentes. Se cultivada em vaso, escolha um vaso alto para que as flores pendentes não tocarem no chão. Use substrato de orquídeas ou substrato para plantas misturado com casca de pinheiro fina.
Esta planta recebeu o prémio de mérito dado pela Royal Horticultural Society.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Eugenia myrtifolia


Classe: Magnoliopsida
Ordem: Myrtales
Família: Myrtaceae
Género: Eugenia / Syzygium


A Eugenia myrtifolia, também podendo ser conhecida pelo sinónimo botânico Syzygium paniculatum é um arbusto sempre verde, originário das florestas tropicais e subtropicais do litoral e costa central de Nova Gales do Sul, na Oceânia. No seu habitat é uma espécie em risco, mas hoje em dia são encontrados exemplares de cultivo à venda em toda a Europa. É uma planta de pequenas folhas lanceolatas dispostas de forma oposta e com uma cor verde escura e brilhante (Quando são jovens as folhas têm um tom acobreado). É muito densa e pode ser podada sem causar danos à planta, logo ideal para sebes ou topiaria.

Gosta de locais ao sol ou com sombra parcial e de regas frequentes.

As suas flores são brancas e franjadas crescendo em pequenos cachos que vão dar origem a frutos esponjosos e avermelhados. Esses pequenos frutos com cerca de 2cm são cosmestíveis com um sabor parecido ao de algumas maçãs.

Podem obter-se novas plantas a partir de sementes ou de estacas.



Flores




Plantas com cerca de 1,80m de altura com ramagem densa e também cortada com copa em bola.


Fruto