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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Billbergia x windii





Ordem: Poales
Família: Bromeliaceae
Género: Billbergia
Híbrido resultante de: Billbergia nutans x Billbergia decora
Nome comum: 'Lágrimas de Anjo'.

Billbergia x windii é um dos híbridos mais antigos de bromélias. Foi criado em 1882 e pela sua resistência e beleza, continua a ser produzida até aos dias de hoje. 
São plantas originárias do México e da América central e do sul que crescem em zonas de mata e floresta até a altitudes dos 1700m.
A planta é formada por folhas arqueadas e com picos moles formando uma roseta muito perfeita. As flores pendentes são cor-de-rosa e muito peculiares na sua forma. 
São muito fáceis de manter pois são muito resistentes, mesmo em locais frios, sobrevive mesmo em locais de geada e com temperaturas até aos -5ºC.
São plantas epífitas, logo, ideais para cultivar em muros verticais ou cestos pendentes. Se cultivada em vaso, escolha um vaso alto para que as flores pendentes não tocarem no chão. Use substrato de orquídeas ou substrato para plantas misturado com casca de pinheiro fina.
Esta planta recebeu o prémio de mérito dado pela Royal Horticultural Society.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Roseiras Grandiflora


Também chamadas de Roseiras arbustivas, são rosas em bonitas cores com flores de tamanho médio/grande. A planta compacta forma um maciço  podendo atingir 1,80 a 2 metros de altura.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Eugenia myrtifolia


Classe: Magnoliopsida
Ordem: Myrtales
Família: Myrtaceae
Género: Eugenia / Syzygium


A Eugenia myrtifolia, também podendo ser conhecida pelo sinónimo botânico Syzygium paniculatum é um arbusto sempre verde, originário das florestas tropicais e subtropicais do litoral e costa central de Nova Gales do Sul, na Oceânia. No seu habitat é uma espécie em risco, mas hoje em dia são encontrados exemplares de cultivo à venda em toda a Europa. É uma planta de pequenas folhas lanceolatas dispostas de forma oposta e com uma cor verde escura e brilhante (Quando são jovens as folhas têm um tom acobreado). É muito densa e pode ser podada sem causar danos à planta, logo ideal para sebes ou topiaria.

Gosta de locais ao sol ou com sombra parcial e de regas frequentes.

As suas flores são brancas e franjadas crescendo em pequenos cachos que vão dar origem a frutos esponjosos e avermelhados. Esses pequenos frutos com cerca de 2cm são cosmestíveis com um sabor parecido ao de algumas maçãs.

Podem obter-se novas plantas a partir de sementes ou de estacas.



Flores




Plantas com cerca de 1,80m de altura com ramagem densa e também cortada com copa em bola.


Fruto

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Duranta repens


Ordem: Lamiales
Família: Verbenaceae
Ordem: Duranta
Espécie: repens

O seu nome foi dado em honra do botânico italiano Castore Durantes, que viveu no séc. XV.
É um arbusto ou pequena árvore que pode atingir entre o 1,5m e os 3 m de altura e igual tamanho na largura. Gosta de estar em locais com boa luz, sol e alguma sombra. Prefere solos húmidos.
Não é muito exigente quanto ao tipo de solos, adapta-se a variados solos, desde ácidos a alcalinos.
Em locais onde as temperaturas ficam muito baixas e onde acontecem geadas severas, esta planta pode não resistir a longos períodos gelados.

As folhas não são muito grandes e são ovais podendo ser dentadas, a sua cor é verde brilhante. Na ponta dos ramos nascem as inflorescências, em pequenos grupos ou cachos, com cores entre o branco, púrpura e azul. Existem ainda formas com folhas variegatas e com flores azuis ou lilases debruadas a branco. As flores têm pouco mais de um centímetro cada e são perfumadas. Uma planta estabelecida pode dar flores em grande parte do ano, da Primavera ao Outono. 

A Duranta repens dá também bagas amarelo dourado e a planta fica muito bonita pois pode estar com flores e bagas ao mesmo tempo. Atenção, as bagas são tóxicas, logo não comestíveis.

Esta planta é encontrada desde o sul da Califórnia, nos EUA, no México e nos países de clima tropical da América do Sul. Uma bonita planta, pouco exigente para os jardins portugueses, que pode ser utilizada como arbusto ou como sebe.




domingo, 25 de agosto de 2013

Fuchsia sp.


Fuchsia Genii


Nome Comum: Brincos de Princesa (ou de Rainha)
Ordem: Myrtales
Família: Onagraceae
Género: Fuchsia

Pequena planta arbustiva originária da América do Sul. Existem cerca de 110 espécies na natureza e apesar da maioria ser nativa da América do Sul, são também encontradas espécies na América Central, Tahiti e Nova Zelândia. A primeira espécie, Fuchsia triphylla, foi descoberta na ilha Hispaniola (nas Caraíbas) pelo monge botânico francês, Charles Plumier, no ano 1696-97. O nome da planta foi dado em honra do botânico alemão, Lehonard Fuchs.

Normalmente são pequenos arbustos mas uma das espécies existententes na Nova Zelândia tem o porte conrrespondente a uma árvore, atingindo  15 metros de altura. Existem também bastantes híbridos de plantas que funcionam melhor em cestos ou vasos altos pois são plantas cujos ramos ficam pendentes. Recentemente apareceu uma Fuchsia trepadeira, mas ainda é pouco comercializada.

As Fuchsias não são plantas muito exigentes e são relativamente fáceis de cuidar. Há no entanto espécies e híbridos mais adequados para alguns locais ou condições particulares. Existem sempre uma Fuchsia para qualquer jardim. Uma das necessidades destas plantas é uma boa rega, gostam de ter o solo sempre húmido (atenção, não é ensopado, o excesso de água pode mata-las), sem humidade no solo a planta fica com um ar 'triste' e nota-se logo que não está bem. Não são plantas para locais de sol forte direto. Meia sombra ou sombra é o ideal. Podem ser cultivados em vasos, floreiras ou bordaduras. Ficam bem em diversos arranjos e junto da maioria das plantas fazendo um bonito contraste pela peculiaridade das flores.

O botão tem o aspecto de uma lágrima e quando abrem as sépalas, revelam as suas petalas coloridas parecendo um vestido. As espécies são menos elaboradas mas existem já híbridos lindíssimos, com pétalas de várias cores, desde o branco, vermelho, vários tons de rosa, púrpura, azuis e quase negros. Também o número e formas das pétalas pode variar muito, desde as quatro singelas petalas até a petalas dobradas e aos folhos, umas curtas outras bem compridas e muito variadas.

No Inverno devemos ter cuidado com neve ou geadas, em locais com temperaturas mínimas acima dos 5ºC podem ficar todo o ano no exterior. Geralmente podam-se em Janeiro para forçar a planta a produzir novos rebentos. A planta fica mais forte assim. As estacas podem ser plantadas e têm uma percentagem grande de sucesso de originária novas plantas iguais à planta original. A propagação por semente é mais difícil. Após a poda devemos adubar as Fuchsias com um adubo para plantas com flor.

Os frutos das Fuchsias são comestíveis, a Fuchsia splendens é a mais saborosa mas não são muito famosos pelo seu sabor.



Um exemplo de uma Fuchsia híbrido

sábado, 24 de agosto de 2013

Cymbidium, início da nova época.


As plantas de Cymbidium que não foram vendidas na época passada foram todas reenvasadas e têm sido adubadas frequentemente. Os resultados estão já vista: estamos em Agosto e temos já algumas plantas com hastes florais quando, normalmente, estas começariam a aparecer no início de Outubro.
Vamos ter Cymbidium mais cedo este ano!

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Loropetalum chinensis


Loropetalum chinensis 'Black Pearl'

Ordem: Saxifragales
Família: Hamamelidaceae
Género: Loropetalum
Espécie: chinensis

Pequeno arbusto originário do sudeste asiático, da China e do Japão. O género Loropetalum é constituído por três espécies: L. chinensis, L. lanceum e L. subcordatum.
O nome vem do grego Loron, que quer dizer às tiras, e Petalon, de pétala. As flores desta planta têm a particularidade das pétalas parecerem uns pequenos farripos e não uma pétala a sério. É uma flor parecida com as flores das Hamamelis. Nos Loropetalum, existem variedades de flor cor de rosa e outras de flor branca. Geralmente as variedades de Loropetalum chinensis de flor branca ficam maiores, atingindo mais de 3 m de altura enquanto as variedades de flor rosa chegam ao 1,5m. As outras duas espécies são àrvores que podem crescer mais de 10m de altura.

As mais conhecidas são as que têm as folhas púrpura, por vezes quase negras, e de flores rosa.

Gostam de solos ácidos com bastante humus, que retenham facilmente a humidade mas que tenham boa drenagem. Gosta de uma boa exposição ao sol e, depois de estabelecido, adapta-se bem à seca. As melhores cores são obtidas se a planta apanhar muito sol.
Não precisa de ser podado a não ser que se queira atingir uma determinada forma.
Devemos fertilizar com fertilizante para plantas ácidas na Primavera e Verão.

domingo, 11 de agosto de 2013

Bletilla striata


Bletilla striata


Bletilla striata alba

Família: Orchidaceae
Sub-família: Epidendroideae
Tribo: Arethuseae
Sub-tribo: Coelogyninae
Género: Bletilla

São das orquídeas mais fáceis de cultivar no nosso país. São orquídeas terrestres e podem ser cultivadas no exterior ou no interior, em vaso ou em canteiros e bordaduras, ou mesmo plantadas no chão. A planta no Inverno praticamente desaparece e volta a crescer na Primavera, emitindo depois as hastes florais constituídas por várias flores. As Bletilla striata são cor-de-rosa, mas encontra-se também facilmente a variação Alba, completamente branca. As flores são muito bonitas e o labelo parece um tecido plissado. 

São originárias do continente asiático, e o género Bletilla é constituído por 9 espécies distribuídas por países como a China, Japão, Vietname, entre outros.

São constituídos por uma espécie de 'bolbos' que ficam enterrados quase à superfície da terra e desse 'bolbos' crescem folhas verdes, alongadas e estriadas. 

São uma mais valia para qualquer jardim e são muito fáceis de cultivar. Os cuidados são poucos: O substrato pode ser substrato para plantas de jardim com um pouco de perlite para evitar que seque. quando as folhas começam a nascer devemos fertilizar e continuar a fazê-lo até ao fim da floração. Todos os anos vamos tendo mais plantas e maiores florações. É uma planta que deveria estar presente em qualquer jardim.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Heucheras

Uma 'manta de retalhos' coloridos para o jardim. Colecção Jardins Sintra 2013.


Clique na imagem para ver maior

(Da Esq. para a Dir., de cima para baixo)
Heuchera 'Tapestry', Heuchera 'Cherry Cola', Heuchera, Heuchera 'Black Beauty', Heuchera 'Marmalade', Heuchera 'Silver scrolls', Heuchera 'Caramel', Heuchera, Heuchera.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Cyclamen


Família: Primulaceae
Sub-família: Myrsinoideae
Tribo: Cyclamineae
Género: Cyclamen

Os Cyclames são plantas tuberosas apesar de muitas vezes aparecerem classificadas como 'bolbosas'. São cultivadas tanto no interior como no exterior. Existem cerca de 28 espécies e estas podem florir em diferentes alturas do ano. Os mais comuns - os Cyclamen persicum - florescem no Inverno, enquanto que os Cyclamen hederifolium e os C. purpurascens florescem no Verão e Outono e os C. repandum na Primavera, só como exemplos. Os híbridos vendidos no comércio são cruzamentos de várias espécies e podem florir praticamente em qualquer altura do ano. No entanto o Outono e Inverno são as estações onde aparecem mais Cyclamens em flor.
As raízes tuberosas são arredondadas, como uma batata achatada, e do centro destas brotam as folhas, que são muito bonitas, verdes, com desenhos verde claro ou prateados e depois as flores, enroladas como uma sobrinha fechada, que abrem depois do pedúnculo se torcer de modo a que as pétalas fiquem viradas para cima. Existem variadas cores entre o branco e o púrpura, matizados, etc.
A maior parte dos Cyclamens são resistentes às geadas e ao frio mas temos que ter cuidado nas épocas de maior calor para os mantermos regados ou num local mais fresco e com sombra. Preferencialmente abaixo dos 20ºC.
Estas plantas são originárias da Europa, da bacia do Mediterrânico, Irão e uma espécie na Somália.
No mercado, começam a aparecer em Agosto.




domingo, 14 de julho de 2013

Agapanthus africanus


Família: Amaryllidaceae
Sub-família: Agapanthoideae
Género: Agapanthus
Espécie: Agapanthus africanus

Planta muito conhecida em Portugal e que se adapta bem ao nosso clima. É bastante utilizada em jardins, bordaduras e vasos. A planta é constituída por rizomas de onde nascem folhas compridas, finas e arqueadas. A haste floral fina pode atingir os 60 cm de altura, dependendo da espécie e na ponta cresce um botão que, ao abrir, revela uma umbela de pequenas flores com 2 a 3 cm. Como pode ter até cerca de 30 flores, o efeito é muito bonito.
Os Agapanthus são origiários do Cabo de Boa Esperança, na África do Sul. Chegaram à Europa no final do séc. XVII onde foram rapidamente espalhados pelos mais importantes jardins.
Se vive num local de geadas fortes, pode ter que proteger os seus Agapanthus durante os meses mais frios mas normalmente são plantas resistentes ao nosso clima e muito fáceis de cultivar. Gostam de uma boa exposição ao sol, não são exigentes quanto ao tipo de solo, devendo permitir uma boa drenagem. Estas plantas gostam de ter o solo sempre ligeiramente húmido mas não alagado, daí a importância de uma boa drenagem do solo.
As plantas formam grupos que a cada 3-4 anos devem ser separados e replantados. Existem já vários híbridos de variados tamanhos e tonalidades de azul. Podemos encontrar também a variação 'Albus' que tem as flores completamente brancas. A floração é no início do Verão.


Agapanthus africanus



Agapanthus africanus 'Albus'


sexta-feira, 12 de julho de 2013

Hibiscus syriacus



Hibiscus syriacus 'Lady Stanley'


Família: Malvaceae
Género: Hibiscus
Espécie: H. syriacus


Arbusto originário do continente asiático. Cresce na vertical podendo crescer até aos 4 m de altura. As flores, em forma de trompete tem uma duração curta, cerca de um dia, mas como são abundantes, o arbusto fica florido durante bastante tempo durante o Verão.

Gostam de locais expostos ao sol e são resistentes ao calor e a períodos de seca. Não são exigentes quanto ao tipo de solo e não dão grandes problemas.
Podem propagar-se por semente ou por estaca.
Na Primavera convém podar para assegurar uma boa floração.

Na foto uma variedade de flor 'dobrada'.

domingo, 7 de julho de 2013

Sardinheiras (Pelargonium)

Muitas vezes chamados erradamente de Gerânios, não confundir com o género botânico Geranium. As 'Sardinheiras' pertencem ao género Pelargonium, sendo esse o seu nome correto. 

As cerca de 200 espécies que constituem o género Pelargonium têm origens diversas, como Àfrica, Austrália, Nova Zelândia, Ásia menor, Madagáscar e duas ilhas isoladas do oceano atlântico (Santa Helena e Tristão da Cunha). Mas as espécies e híbridos mais comercializados são de espécies originárias da África do Sul.

São plantas muito fáceis de cultivar que gostam de luz intensa com algumas horas (4 a 6h) de sol direto, um substrato de qualidade e boa drenagem e regas frequentes, a cada 2-3 dias na época de maior crescimento, na Primavera e Verão. Para uma boa floração, devemos alimentar a planta semanalmente com um fertilizante líquido rico em potássio.

No Inverno reduzimos as regas ao mínimo e podamos cerca de um terço da planta, cortando as partes mais altas. Só voltando a regar quando os novos rebentos começarem a aparecer. Em locais onde os Invernos não são muito rigorosos e as temperaturas não descem abaixo dos 7-10ºC basta limpar a planta pois esta pode florir durante todo o ano.

Para estimular a repetição da floração devemos cortar as flores assim que ficam secas.

A propagação dos pelargonios é fácil por estaca.

Existem vários Pelargonios que estão divididos em alguns grupos:

- ESPÉCIES, como são encontrados na natureza;
- ESPÉCIES MELHORADAS ou HÍBRIDOS PRIMÁRIOS;
- As FOLHAS DE HERA (em inglês 'Ivy Leaved'), geralmente híbridos do Pelargonium peltatum. São Pelargonios de pender, que se plantas muitas vezes em cestos ou vasos pendurados.
- REGAL, também chamados de Pelargonium x domesticum, são híbridos de Pelargonium grandiflorum, P. cuccullatum. As flores lembram Amores Perfeitos (Viola sp.) e as folhas têm formas recortadas como as Heras (Hedera sp.);
- ANGEL e DECORATIVAS, semelhantes aos 'Regal' mas com flores mais pequenas;
- ZONAL, também conhecidos por Pelargonium x hortorum, são híbridos dos P. inquinans e dos P. zonal. Estes podem ainda ser de flor 'dobrada', 'sigela' e miniaturas;
- ESTELAR (em inglês 'Stellar'), com as flores de petalas finas e irregulares assemelhando-se a uma estrela. Estas podem ainda ser divididas em tamanho normal ou em plantas anãs;
- BOTÃO DE ROSA (em inglês 'Rosebud'), com as flores pequenas e muito dobradas assemelhando-se a uma pequena rosa;
- De FOLHAS VARIEGADAS OU COLORIDAS, com folhas verdes e brancas ou com outras tonalidades;
-  De FOLHAS PERFUMADAS, com folhas que libertam aromas, alguns semelhantes a outras plantas (ex: limão, menta, chocolate, amêndoa, coco, entre outros).


Alguns exemplos:


Grupo dos FOLHA DE HERA (Pelargonium peltatum).
Em cima: Planta e Flor
Em baixo: Flores



Grupo dos REGAL (Pelargonium grandiflorum)
Em cima: Planta e Flor
Em baixo: Flores



Grupo ZONAL (Pelargonium x hortorum)
Em cima: Planta e Flor
Em baixo: Flores



Grupo ESTELAR, pormenor das flores do Pelargonium 'Vancouver Centennial'.
Esta planta pertence também ao grupo das FOLHAS COLORIDAS.


Grupo das FOLHAS VARIEGATAS e COLORIDAS
Em cima: Pelargonium 'Vancouver Centennial'
Em baixo: Pelargonium 'Mrs Pollock'



Em baixo: A Flor do Pelargonium 'Mrs Pollock'



Grupo das FOLHAS PERFUMADAS, Pelargonium crispum, com um agradável perfume a limão.


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Pandorea jasminoides


Família: Bignoniaceae
Género: Pandorea
Espécie: jasminoides

Planta trepadeira de folhas perenes. É originária da Austrália, dos estados de Queensland e New South Wales e é muito fácil de cultivar. Gosta de sol e de regas frequentes mas cuidado para não regar demasiado. É uma planta que pode chegar aos seis metros de altura e é ideal para colocar numa pérgula ou orientada numa parede. Não gosta de locais ventosos que lhe prejudicam a floração. A planta deve ser podada no início da Primavera e no Verão pode ser limpa, eliminando partes que estejam a crescer demasiado ou mal orientadas.

As flores têm a forma de sino e variam em cores entre o branco, rosa e vermelho. As folhas podem ser todas verdes ou variegatas (com duas cores como a da foto). As flores aparecem na Primavera e durante o Verão. As sementes são fáceis de colher e de plantar.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Pelargonium diferentes

E quando dizemos diferentes, queremos dizer 'fora do comum'.
São Pelargonium que se podem cultivar em vasos, floreiras ou em canteiros e que a sua diferença se salienta pelas bonitas cores e aromas das folhas.
Nos primeiros dois casos, são Pelargonium de folhas coloridas e que ficam muito bem juntos a outras plantas, a fazerem contraste com outras cores.
No terceiro caso, um Pelargonium com uma aroma delicioso a limão e que tem a particularidade de repelir os mosquitos. Para plantar também em qualquer tipo de vaso ou canteiro. Se colocar a uma janela diminui a probabilidade de ter a casa com mosquitos!


Pelargonium 'Mrs. Pollock'


Pelargonium 'Vancouver centennial'


Pelargonium citronellum